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Cada Voto

Campanha, gabinete e diretório, seção por seção

Cada voto tem endereço.

O Cada Voto cruza a sua base de apoiadores com o eleitorado real de cada bairro e seção, a partir dos dados abertos do TSE. Antes da urna, mostra onde a campanha tem gente e onde não tem. Depois dela, confere, seção por seção, onde o voto apareceu.

O território que o sistema trabalha

  • 517 milseções eleitorais no Brasil
  • 5.759municípios, somando as cidades no exterior com urna
  • 83 millocais de votação
  • 158,7 milhõesde eleitores, pelo eleitorado atual

Fonte: dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral. Nenhum número de cliente aqui: os de cliente ficam dentro do sistema de cada campanha.

Como funciona

Três passos, e nenhum deles é mágica.

  1. 1. A base entra.

    Cada apoiador é cadastrado pela equipe, pelo link de indicação da liderança, pelo cartaz com QR colado no comitê ou por importação de planilha. Vai o nome, o bairro e, quando a pessoa informa, a zona e a seção do título. O consentimento fica registrado junto.

  2. 2. O sistema casa cada pessoa com a seção dela.

    O eleitorado por seção é público: quantos eleitores existem em cada bairro, em cada local de votação, em cada urna. O sistema cruza isso com a sua base e mostra, bairro por bairro, onde a campanha já tem gente e onde ainda não entrou. Nenhum dado pessoal de eleitor entra nessa conta.

  3. 3. Você vê onde ir primeiro, e depois onde o voto apareceu.

    Antes da eleição, a fila do dia diz em qual bairro entrar e quem procurar. Na noite da urna, a conferência cruza o boletim de cada seção com a sua base e mostra onde o voto apareceu e onde não. O voto é secreto, então ela não diz quem votou: diz onde a base precisa ser revista.

Os módulos

O mesmo menu do sistema, em três grupos.

Dia a dia é o que o gabinete e a campanha abrem toda manhã. Eleição é a leitura do território e do voto. Partido é a visão do diretório sobre as campanhas dele. Cada tela abaixo existe e está em uso. Os dados nos exemplos são fictícios.

Dia a dia

Hoje

A porta do sistema: a fila do dia com até cinco ações prontas, montadas a partir da base, das demandas e do território. Quem opera não precisa entender as telas de inteligência para trabalhar.

Base

Cada pessoa da campanha com papel (liderança, apoiador, eleitor), bairro, estágio no funil e último contato. Entra por cadastro da equipe, por planilha, pelo link de indicação de cada liderança e pelo cartaz A4 com QR. É daqui que saem o alerta de base esfriando, o mapa e a meta de cada liderança.

Demandas

A planilha do gabinete sem morrer em fevereiro: cada pedido com quem pediu, bairro, fotos e prazo. O semáforo marca 15 e 30 dias, a demanda esquecida sobe sozinha e a resolvida vira apoio registrado na base.

  • Atendimento. Registra quem procurou o gabinete e o que ficou combinado, ligado à ficha da pessoa na base.
  • Agenda. Eventos da campanha e aniversários dos cadastrados: o contato que não depende de pedido nenhum.

Eleição

Território

Como a campanha está, bairro por bairro: eleitorado do TSE de um lado, cadastros da base do outro, e a seção em que cada pessoa vota. O mapa mostra cada bairro com o tamanho do eleitorado e a cor da presença da campanha.

Prioridades e Mapa

Onde entrar primeiro. A tela cruza o tamanho do eleitorado, o desempenho histórico do partido e a presença atual da base, e diz de quem é o histórico quando o partido é novo. O mapa é a mesma fila, desenhada.

Votos: Comparativo, Histórico e Voto livre

O Comparativo mostra onde o candidato ganhou e perdeu voto de uma eleição para outra, em pontos de participação, não em voto absoluto, porque o eleitorado muda. O Histórico lê como o partido foi por território. O Voto livre mostra quanto do voto da eleição passada ficou sem dono.

Conferência por seção

A pergunta do dia seguinte: nas seções onde a base tem gente, o voto apareceu? O sistema cruza o boletim de urna com os cadastros por seção e ordena, com as que não fecham primeiro. Aparece só depois da eleição, porque antes não teria o que dizer.

  • Alocação. Quem cobre o quê, seção por seção, somando as campanhas do diretório. O total de votos sem responsável é o número que a reunião de segunda persegue.

Partido

Bancada

Quem o partido elegeu nesta cidade, eleição a eleição, com quantos votos. É a tela do presidente do diretório, que pergunta "como nós fomos, e com quem", e a única que já nasce cheia: lê a referência pública do TSE e não depende de nenhuma base cadastrada. Ano sem dado aparece, declarado.

  • Campanhas. O presidente abre cada candidatura do diretório e acompanha as campanhas em dia.
  • Filiação. Quem carrega a legenda entre uma eleição e outra. Filiado não é apoiador, e a tela repete isso onde a confusão custaria caro.
  • Alianças. Quanto a rede de uma base rende, em agregado, para uma campanha aliada, e quanto a aliada devolve.
  • Dobradinhas. Duas campanhas do mesmo diretório somando forças: cada cadastro captado por uma entra também na outra, como vínculo na mesma pessoa, nunca como cópia.
  • Controle de dados. Quem é o controlador da base e o que a pessoa assina ao se cadastrar. Se olha uma vez, no começo, e se presta conta depois.
  • Equipe e acessos. Quem entra em cada campanha e com qual papel. Quem decide o que cada papel vê é a regra do servidor, não a tela.

Urna por urna

O relatório que chega na noite da eleição.

Quando o TSE publica os boletins, o Cada Voto monta, para cada candidatura, o placar seção por seção: local de votação, urna, votos do candidato e dos adversários, e a comparação com a base cadastrada ali. Foi publicado na noite do primeiro turno de 2026, horas depois do fechamento das urnas, para candidatos de Brusque.

A página pública de apuração usa a mesma fonte, o resultado oficial do TSE, e fica aberta para qualquer pessoa acompanhar.

Acompanhar a apuração

Para quem

Três mesas, a mesma base.

Campanha

Candidato e chefe de campanha: a base de apoiadores, as prioridades por bairro, a meta de cada liderança pelo link dela e, depois da urna, o resultado seção por seção. A fila do dia diz o que fazer na segunda-feira de manhã.

Gabinete

Atendimento, demandas e agenda do mandato, ligados à mesma base que elegeu. O pedido do cidadão tem nome, bairro e prazo, e a demanda esquecida sobe sozinha em vez de morrer numa planilha.

Diretório

Bancada, filiação, alianças, dobradinhas e alocação de território. O presidente vê as campanhas do partido em agregado, com o controle de dados definindo o que cada uma enxerga da outra.

Confiança

Dados abertos, sem dado de eleitor.

Os números do território vêm do Tribunal Superior Eleitoral: eleitorado por seção, local de votação e resultado por urna. São arquivos públicos, e o sistema os carrega por município. Nenhum nome de eleitor entra: o TSE publica quantidades, não pessoas.

O sistema não prevê voto nem mede intenção de voto. Ele mostra o que a campanha cadastrou contra o que existe de verdade em cada seção. O cadastro de apoiadores é da campanha, com consentimento registrado e controlador definido na tela de Controle de dados, e fica guardado conforme a política de privacidade. Quem foi cadastrado pode pedir para ver, corrigir ou excluir o próprio registro.

Perguntas que a gente ouve

De candidato, de assessor e de presidente de diretório.

O sistema prevê quantos votos eu vou ter?

Não. O Cada Voto não prevê voto nem mede intenção de voto. Ele mostra o que a sua campanha cadastrou contra o que existe de verdade em cada seção: quantos eleitores votam ali, quanto o partido fez na eleição passada e quantas pessoas da sua base moram ou votam naquele bairro. A leitura é sua, com número de verdade na frente.

De onde vêm os números de eleitorado, seção e resultado?

Dos dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral: eleitorado por seção, local de votação e boletim de urna de cada eleição. São arquivos públicos, carregados no sistema por município. Nenhum dado pessoal de eleitor entra: o TSE publica quantidades por seção, não nomes.

Preciso ter o título de eleitor de cada apoiador?

Não. O bairro já posiciona a pessoa no território e alimenta as telas de Território e Prioridades. Zona e seção, quando a pessoa informa no cadastro, ligam o apoiador à urna dele e é isso que faz a Conferência por seção funcionar depois da eleição. Quanto mais cadastros com seção, mais fina a leitura.

Minha planilha de apoiadores entra no sistema?

Entra. A Base tem importação por planilha, e cada pessoa importada ganha o mesmo registro de quem entrou pelo link de indicação ou pelo cadastro da equipe: papel na campanha, bairro, estágio e último contato. O consentimento de quem foi cadastrado fica registrado junto, com a redação definida pelo controlador dos dados.

Como funciona a conferência na noite da eleição?

Assim que o TSE publica o boletim de urna, o sistema cruza o resultado de cada seção com quem da sua base tem seção cadastrada e ordena as seções, com as que não fecham primeiro. O voto é secreto: zero voto numa seção com três cadastrados não diz quem não votou. Diz onde a base precisa ser revista, e isso vale para a próxima eleição.

Serve para o diretório, ou só para um candidato?

Serve para os dois. O presidente do diretório abre as campanhas do partido, vê a Bancada eleita em cada eleição, a Filiação, as Alianças entre campanhas, as Dobradinhas e a Alocação de seções. Cada campanha opera a própria base, e quem decide o que o diretório enxerga é a configuração de controle de dados, não um clique.

O que acontece com os dados depois da eleição?

A base continua sendo da campanha, e o gabinete passa a usar a mesma: Atendimento, Demandas e Agenda trabalham com as pessoas que a campanha cadastrou. A tela de Controle de dados mostra quem é o controlador e o que cada pessoa assinou ao se cadastrar, e a política de privacidade descreve os direitos de quem foi cadastrado, inclusive o de pedir a exclusão.

Quanto custa?

Depende do tamanho: uma campanha para vereador, um gabinete em mandato e um diretório com várias campanhas não usam o sistema do mesmo jeito. Não há tabela pública. Me chama no WhatsApp, eu mostro o sistema rodando com o município que te interessa e a gente fecha o valor pelo uso.

Quer ver com o seu município na tela?

Eu carrego o eleitorado da sua cidade, abro o sistema e mostro como a base de uma campanha aparece contra as seções de verdade. Sem apresentação de slide: a tela rodando.

Quer ver rodando? Me chama