Hoje
A porta do sistema: a fila do dia com até cinco ações prontas, montadas a partir da base, das demandas e do território. Quem opera não precisa entender as telas de inteligência para trabalhar.
Campanha, gabinete e diretório, seção por seção
O Cada Voto cruza a sua base de apoiadores com o eleitorado real de cada bairro e seção, a partir dos dados abertos do TSE. Antes da urna, mostra onde a campanha tem gente e onde não tem. Depois dela, confere, seção por seção, onde o voto apareceu.
Fonte: dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral. Nenhum número de cliente aqui: os de cliente ficam dentro do sistema de cada campanha.
Como funciona
Cada apoiador é cadastrado pela equipe, pelo link de indicação da liderança, pelo cartaz com QR colado no comitê ou por importação de planilha. Vai o nome, o bairro e, quando a pessoa informa, a zona e a seção do título. O consentimento fica registrado junto.
O eleitorado por seção é público: quantos eleitores existem em cada bairro, em cada local de votação, em cada urna. O sistema cruza isso com a sua base e mostra, bairro por bairro, onde a campanha já tem gente e onde ainda não entrou. Nenhum dado pessoal de eleitor entra nessa conta.
Antes da eleição, a fila do dia diz em qual bairro entrar e quem procurar. Na noite da urna, a conferência cruza o boletim de cada seção com a sua base e mostra onde o voto apareceu e onde não. O voto é secreto, então ela não diz quem votou: diz onde a base precisa ser revista.
Os módulos
Dia a dia é o que o gabinete e a campanha abrem toda manhã. Eleição é a leitura do território e do voto. Partido é a visão do diretório sobre as campanhas dele. Cada tela abaixo existe e está em uso. Os dados nos exemplos são fictícios.
A porta do sistema: a fila do dia com até cinco ações prontas, montadas a partir da base, das demandas e do território. Quem opera não precisa entender as telas de inteligência para trabalhar.
Cada pessoa da campanha com papel (liderança, apoiador, eleitor), bairro, estágio no funil e último contato. Entra por cadastro da equipe, por planilha, pelo link de indicação de cada liderança e pelo cartaz A4 com QR. É daqui que saem o alerta de base esfriando, o mapa e a meta de cada liderança.
A planilha do gabinete sem morrer em fevereiro: cada pedido com quem pediu, bairro, fotos e prazo. O semáforo marca 15 e 30 dias, a demanda esquecida sobe sozinha e a resolvida vira apoio registrado na base.
Como a campanha está, bairro por bairro: eleitorado do TSE de um lado, cadastros da base do outro, e a seção em que cada pessoa vota. O mapa mostra cada bairro com o tamanho do eleitorado e a cor da presença da campanha.
Onde entrar primeiro. A tela cruza o tamanho do eleitorado, o desempenho histórico do partido e a presença atual da base, e diz de quem é o histórico quando o partido é novo. O mapa é a mesma fila, desenhada.
O Comparativo mostra onde o candidato ganhou e perdeu voto de uma eleição para outra, em pontos de participação, não em voto absoluto, porque o eleitorado muda. O Histórico lê como o partido foi por território. O Voto livre mostra quanto do voto da eleição passada ficou sem dono.
A pergunta do dia seguinte: nas seções onde a base tem gente, o voto apareceu? O sistema cruza o boletim de urna com os cadastros por seção e ordena, com as que não fecham primeiro. Aparece só depois da eleição, porque antes não teria o que dizer.
Quem o partido elegeu nesta cidade, eleição a eleição, com quantos votos. É a tela do presidente do diretório, que pergunta "como nós fomos, e com quem", e a única que já nasce cheia: lê a referência pública do TSE e não depende de nenhuma base cadastrada. Ano sem dado aparece, declarado.
Urna por urna
Quando o TSE publica os boletins, o Cada Voto monta, para cada candidatura, o placar seção por seção: local de votação, urna, votos do candidato e dos adversários, e a comparação com a base cadastrada ali. Foi publicado na noite do primeiro turno de 2026, horas depois do fechamento das urnas, para candidatos de Brusque.
A página pública de apuração usa a mesma fonte, o resultado oficial do TSE, e fica aberta para qualquer pessoa acompanhar.
Acompanhar a apuraçãoPara quem
Candidato e chefe de campanha: a base de apoiadores, as prioridades por bairro, a meta de cada liderança pelo link dela e, depois da urna, o resultado seção por seção. A fila do dia diz o que fazer na segunda-feira de manhã.
Atendimento, demandas e agenda do mandato, ligados à mesma base que elegeu. O pedido do cidadão tem nome, bairro e prazo, e a demanda esquecida sobe sozinha em vez de morrer numa planilha.
Bancada, filiação, alianças, dobradinhas e alocação de território. O presidente vê as campanhas do partido em agregado, com o controle de dados definindo o que cada uma enxerga da outra.
Confiança
Os números do território vêm do Tribunal Superior Eleitoral: eleitorado por seção, local de votação e resultado por urna. São arquivos públicos, e o sistema os carrega por município. Nenhum nome de eleitor entra: o TSE publica quantidades, não pessoas.
O sistema não prevê voto nem mede intenção de voto. Ele mostra o que a campanha cadastrou contra o que existe de verdade em cada seção. O cadastro de apoiadores é da campanha, com consentimento registrado e controlador definido na tela de Controle de dados, e fica guardado conforme a política de privacidade. Quem foi cadastrado pode pedir para ver, corrigir ou excluir o próprio registro.
Perguntas que a gente ouve
Não. O Cada Voto não prevê voto nem mede intenção de voto. Ele mostra o que a sua campanha cadastrou contra o que existe de verdade em cada seção: quantos eleitores votam ali, quanto o partido fez na eleição passada e quantas pessoas da sua base moram ou votam naquele bairro. A leitura é sua, com número de verdade na frente.
Dos dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral: eleitorado por seção, local de votação e boletim de urna de cada eleição. São arquivos públicos, carregados no sistema por município. Nenhum dado pessoal de eleitor entra: o TSE publica quantidades por seção, não nomes.
Não. O bairro já posiciona a pessoa no território e alimenta as telas de Território e Prioridades. Zona e seção, quando a pessoa informa no cadastro, ligam o apoiador à urna dele e é isso que faz a Conferência por seção funcionar depois da eleição. Quanto mais cadastros com seção, mais fina a leitura.
Entra. A Base tem importação por planilha, e cada pessoa importada ganha o mesmo registro de quem entrou pelo link de indicação ou pelo cadastro da equipe: papel na campanha, bairro, estágio e último contato. O consentimento de quem foi cadastrado fica registrado junto, com a redação definida pelo controlador dos dados.
Assim que o TSE publica o boletim de urna, o sistema cruza o resultado de cada seção com quem da sua base tem seção cadastrada e ordena as seções, com as que não fecham primeiro. O voto é secreto: zero voto numa seção com três cadastrados não diz quem não votou. Diz onde a base precisa ser revista, e isso vale para a próxima eleição.
Serve para os dois. O presidente do diretório abre as campanhas do partido, vê a Bancada eleita em cada eleição, a Filiação, as Alianças entre campanhas, as Dobradinhas e a Alocação de seções. Cada campanha opera a própria base, e quem decide o que o diretório enxerga é a configuração de controle de dados, não um clique.
A base continua sendo da campanha, e o gabinete passa a usar a mesma: Atendimento, Demandas e Agenda trabalham com as pessoas que a campanha cadastrou. A tela de Controle de dados mostra quem é o controlador e o que cada pessoa assinou ao se cadastrar, e a política de privacidade descreve os direitos de quem foi cadastrado, inclusive o de pedir a exclusão.
Depende do tamanho: uma campanha para vereador, um gabinete em mandato e um diretório com várias campanhas não usam o sistema do mesmo jeito. Não há tabela pública. Me chama no WhatsApp, eu mostro o sistema rodando com o município que te interessa e a gente fecha o valor pelo uso.
Eu carrego o eleitorado da sua cidade, abro o sistema e mostro como a base de uma campanha aparece contra as seções de verdade. Sem apresentação de slide: a tela rodando.
Quer ver rodando? Me chama